Curso presencial · Emendas parlamentares impositivas no município

O vereador indica.A prefeitura executa.E o TCE-PE quer o rastro de cada real.

Em um dia e meio presencial em Recife, três gestores do Município do Ipojuca (PE), a Secretária de Planejamento, o Controlador-Geral e uma diretora da Controladoria, mostram como a emenda impositiva percorre a prefeitura: da indicação parlamentar à execução, da prestação de contas à fiscalização pelo TCE-PE. No segundo dia, o caso real de Ipojuca vai para a mesa.

📅 10 e 11 de dezembro📍 Recife - PE, presencial🏛️ Estudo de caso de Ipojuca (PE)
Inscrições abertas · Recife

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Valores, condições para equipes e orientações de empenho, direto no seu WhatsApp.

Sem compromisso de inscrição.

Planejamento

A Secretária de Planejamento do Ipojuca, com mais de duas décadas de administração pública e atuação na operacionalização de emendas impositivas

Controladoria

O Controlador-Geral do Ipojuca e a diretora que orienta os gestores do município, com trajetória na Controladoria-Geral do Recife

ISO 37001 e 37301

Certificações em gestão antissuborno e em compliance, que dois dos professores carregam para o controle preventivo

A emenda é aprovada na LOA.
Os problemas dela chegam à sua mesa depois.

Impositiva quer dizer que a prefeitura é obrigada a executar. A obrigação não resolve sozinha o que fazer quando a indicação chega incompleta, quando o objeto não cabe na programação ou quando o dinheiro vai para uma entidade que não sabe prestar contas. Essas decisões ficam com o servidor que assina o processo.

Na indicação

“Para quem vai esse dinheiro, exatamente?”

A indicação chega com objeto genérico, sem o beneficiário identificado ou sem relação com nenhum programa do orçamento. Executar assim deixa o problema para a prestação de contas. Devolver sem fundamento técnico abre outra frente, com a Câmara. O curso mostra os requisitos mínimos que a indicação precisa ter e como verificar cada um.

Na análise de viabilidade

“Isso é impedimento técnico ou não é?”

O impedimento de ordem técnica é o caminho previsto para deixar de executar uma emenda impositiva por problema no próprio objeto, e só vale se for identificado, fundamentado e comunicado dentro do fluxo e dos prazos. Sem regulamentação municipal clara, cada secretaria decide de um jeito, e a responsabilidade fica com quem assinou.

Na prestação de contas

“Cadê a prova de que chegou na ponta?”

O empenho saiu, o pagamento foi feito, e o processo não mostra a entrega do bem ou do serviço. Com emendas para organizações da sociedade civil o risco dobra. Autoria, origem do recurso, objeto, beneficiário e destinação final precisam estar documentados e publicados, e é aí que aparecem os achados de auditoria.

Emendas parlamentares impositivas no âmbito municipal: do planejamento à execução. 10 e 11 de dezembro, Recife (PE), com os professores Rodrigo Brayner, Taísa Steter e Vera Sarmento
Um dia e meio · 11 horas-aula

O caminho inteiro da emenda, na ordem em que ele acontece na prefeitura.

O programa segue a emenda desde a indicação do vereador até o relatório do Tribunal de Contas. Primeiro, o que a prefeitura precisa decidir para executar. Depois, o que precisa comprovar e publicar. Por fim, uma manhã inteira de casos práticos com os três professores juntos.

  • →10/12, manhã, com Taísa Steter: da concepção da emenda à execução pelo Executivo. Regime jurídico, limites, LDO e LOA, regulamentação municipal, impedimentos técnicos e OSCs.
  • →10/12, tarde, com Rodrigo Brayner: da execução à comprovação dos resultados. Governança, monitoramento, prestação de contas, rastreabilidade e o TCE-PE.
  • →11/12, manhã, com os três professores: Emendas Impositivas sem Filtro, com situações reais, perguntas da turma e o estudo de caso de Ipojuca.
  • →Na Beach Class Convention, em Boa Viagem: dia 10 das 8h30 às 12h e das 13h30 às 17h30, dia 11 das 8h30 às 12h.
11/12 · Encontro prático com os três professores

Quem decide, quem executa e quem responde pela emenda?

É a pergunta que abre a mesa do segundo dia, e os professores respondem com o que viveram ao implantar as emendas impositivas no Ipojuca: as dificuldades, os conflitos entre Legislativo, Executivo e controle, e as soluções que funcionaram. Traga os casos do seu município. Eles entram no debate.

Mesa de situações reais

Indicações incompletas, impedimentos técnicos, falta de planejamento, disponibilidade financeira, destinação a OSCs e conflitos entre agentes e órgãos municipais.

Pinga-fogo

As perguntas que todo gestor já quis fazer, com respostas diretas, contrapontos técnicos e espaço para as dúvidas trazidas pela turma.

Oficina de solução

Dois ou três problemas reais do Município do Ipojuca. A turma participa da identificação de riscos, responsabilidades, providências e soluções.

Diretrizes do STF · Regulamentação do TCE-PE · LOA 2027

A fiscalização das emendas chegou às prefeituras. A execução de 2027 começa em janeiro.

As diretrizes do STF sobre transparência e rastreabilidade mudaram a forma como as emendas parlamentares são fiscalizadas, e o TCE-PE tem regulamentação própria aplicada às emendas dos municípios pernambucanos. Hoje o Tribunal quer saber quem indicou, de onde veio o recurso, quem recebeu e o que foi entregue, com tudo publicado.

O curso acontece em dezembro, quando as emendas do orçamento de 2027 estão sendo votadas e a execução ainda não começou. É o momento de revisar o fluxo, a regulamentação e os controles do município, para que a primeira emenda de 2027 já passe pelo caminho certo.

Direto do programa

Perguntas que você sai sabendo responder

Como calcular os limites de apresentação e de execução das emendas?
Qual parte da emenda precisa ir para a saúde, e em que condições ela é executada?
Até onde vai a indicação do vereador e onde começa a decisão do Executivo?
Quais dados mínimos a indicação parlamentar precisa trazer?
O que caracteriza um impedimento de ordem técnica e como fundamentá-lo?
Emenda com impedimento pode ser saneada ou remanejada?
Como a Lei nº 14.133/2021 entra na execução direta da emenda?
Como formalizar e acompanhar uma emenda destinada a uma OSC?
Como comprovar que o bem ou o serviço chegou de fato à população?
O que precisa estar publicado para que a emenda seja rastreável?
O que o TCE-PE verifica nas emendas e quais achados de auditoria se repetem?
Que fluxo, prazos e responsáveis o município precisa regulamentar?

Tudo à luz da Constituição, da Lei Orgânica, da LRF, das Leis nº 4.320/1964, 14.133/2021 e 13.019/2014, das diretrizes do STF e da regulamentação do TCE-PE.

Conteúdo programático

Seis módulos e um encontro prático, da natureza jurídica da emenda à fiscalização pelo TCE-PE.

10/12 manhã · Módulo I · Taísa Steter

Fundamentos jurídicos e regime das emendas impositivas

O que torna a emenda obrigatória, quais são os limites dela e onde termina a indicação do parlamentar.

  • ✓Natureza jurídica das emendas parlamentares: regime autorizativo e impositivo.
  • ✓Emendas individuais e de bancada: fundamentos, limites, requisitos e particularidades municipais.
  • ✓Destinação constitucional de recursos à saúde e condições de execução.
  • ✓Competências do Legislativo e do Executivo: limites da indicação parlamentar e da atuação administrativa.
  • ✓Marco normativo: Constituição Federal, Constituição Estadual, Lei Orgânica Municipal, LDO e LOA.
  • ✓Repercussões da LRF, da Lei nº 4.320/1964, da Lei nº 14.133/2021 e da Lei nº 13.019/2014.
10/12 manhã · Módulo II · Taísa Steter

Processo legislativo e planejamento orçamentário

Como a emenda nasce na Câmara e entra no orçamento, com os limites calculados e a indicação completa.

  • ✓Ciclo orçamentário e integração entre LDO e LOA.
  • ✓Cálculo dos limites de apresentação e execução das emendas.
  • ✓Apresentação, indicação, tramitação e aprovação das emendas.
  • ✓Atuação das comissões legislativas: constitucionalidade, adequação orçamentária e responsabilidade fiscal.
  • ✓Requisitos mínimos da indicação parlamentar e identificação dos beneficiários.
  • ✓Compatibilidade entre o objeto da emenda, as políticas públicas e a programação municipal.
10/12 manhã · Módulo III · Taísa Steteronde a emenda mais trava

Operacionalização e execução das emendas pelo Município

O que a prefeitura faz depois que a LOA é aprovada: fluxo, análise de viabilidade, impedimentos técnicos e execução.

  • ✓Regulamentação municipal: fluxos, competências, responsabilidades e prazos.
  • ✓Recebimento, processamento e análise de viabilidade das emendas aprovadas.
  • ✓Impedimentos de ordem técnica: identificação, fundamentação, saneamento e remanejamento.
  • ✓Execução direta: contratação, empenho, liquidação, pagamento e comprovação do objeto.
  • ✓Emendas destinadas a organizações da sociedade civil: formalização, execução e prestação de contas.
  • ✓Programação financeira, limitações legais e responsabilidades dos agentes públicos.
  • ✓Atuação preventiva das unidades administrativas e do controle interno.
10/12 tarde · Módulo IV · Rodrigo Brayner

Governança, monitoramento e controle da execução

Como acompanhar a emenda até a entrega e evitar as irregularidades que levam à responsabilização.

  • ✓Governança das emendas impositivas: responsabilidades e articulação institucional.
  • ✓Monitoramento da execução física, orçamentária e financeira.
  • ✓Instrumentos de acompanhamento, indicadores e avaliação dos resultados.
  • ✓Controle interno preventivo e gerenciamento de riscos.
  • ✓Prestação de contas e comprovação da efetiva entrega de bens e serviços.
  • ✓Irregularidades recorrentes, fragilidades documentais e riscos de responsabilização.
10/12 tarde · Módulo V · Rodrigo Brayner

Transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares

O que precisa estar documentado e publicado para que qualquer cidadão, ou o Tribunal, siga o caminho do recurso.

  • ✓Fundamentos da transparência ativa e da rastreabilidade dos recursos públicos.
  • ✓Identificação da autoria, origem dos recursos, objeto, beneficiários e destinação final.
  • ✓Rastreabilidade da execução orçamentária e financeira.
  • ✓Transparência nas transferências a organizações da sociedade civil.
  • ✓Publicidade dos instrumentos, pagamentos, resultados e beneficiários finais.
  • ✓Boas práticas de integridade, transparência e controle social.
10/12 tarde · Módulo VI · Rodrigo Braynerespecífico para Pernambuco

Fiscalização pelo TCE-PE e conformidade municipal

O que o Tribunal de Contas de Pernambuco exige, como fiscaliza e o que tem encontrado nas emendas.

  • ✓Regulamentação do TCE-PE aplicável às emendas parlamentares.
  • ✓Obrigações de transparência, rastreabilidade e prestação de contas.
  • ✓Diretrizes do STF e repercussões sobre a fiscalização municipal.
  • ✓Registros, sistemas e instrumentos de fiscalização utilizados pelo TCE-PE.
  • ✓Principais achados de auditoria e riscos associados à execução das emendas.
  • ✓Medidas preventivas e estratégias de adequação dos municípios pernambucanos.
11/12 manhã · Encontro prático · Taísa, Rodrigo e Vera

Emendas Impositivas sem Filtro: desafios reais da gestão municipal

Uma manhã com os três professores juntos, partindo da experiência de implantação no Município do Ipojuca.

  • ✓Abertura, da teoria à realidade municipal: a experiência de Ipojuca e as perspectivas do Legislativo, do Executivo e do controle.
  • ✓Mesa de situações reais: quem decide, quem executa e quem responde?
  • ✓Pinga-fogo: perguntas que todo gestor já quis fazer, inclusive as trazidas pela turma.
  • ✓Oficina de solução: estudo de caso do Município do Ipojuca/PE, com riscos, responsabilidades, providências e soluções.
  • ✓Encerramento, da experiência à boa prática: recomendações aplicáveis à rotina das administrações municipais.

Quem ensina opera emendas impositivas no mesmo município

Os três professores trabalham no Município do Ipojuca (PE). Vera Sarmento está do lado de quem planeja e executa. Rodrigo Brayner e Taísa Steter, do lado de quem controla e orienta. Você ouve as duas pontas do mesmo processo, de quem resolve os problemas dele no dia a dia.

Professora Taísa Steter
Controladoria-Geral do Município do Ipojuca

Taísa Steter

Advogada pela PUC Goiás, com especializações em Direito Público, Licitações e Contratos, Compliance e Direitos Humanos. Possui certificações ISO 37001 e ISO 37301 e formação complementar em Governança e Inovação. Sócia-fundadora da Vértice e Diretora de Racionalização, Governança e Orientação ao Gestor da Controladoria-Geral do Município do Ipojuca, atua em gestão jurídica, contratações públicas, controle preventivo e orientação técnica aos gestores.

Professor Rodrigo Brayner
Controlador-Geral do Município do Ipojuca

Rodrigo Brayner

Administrador, com MBA em Auditoria e Controladoria, especialização em Gestão Pública e mestrado em Negócios Internacionais. Possui certificações ISO 37001 e ISO 37301. Atual Controlador-Geral do Município do Ipojuca, tem trajetória em funções estratégicas da Controladoria-Geral do Recife, com experiência em auditoria, governança, integridade, controle interno, monitoramento, gestão de riscos e transparência da aplicação dos recursos públicos.

Professora Vera Sarmento
Secretária de Planejamento do Município do Ipojuca

Vera Sarmento

Administradora, especialista em Gestão Pública, planejamento e orçamento, e mestranda em Gestão Pública e Liderança. Atual Secretária de Planejamento, Gestão e Contratações Públicas do Município do Ipojuca, tem mais de duas décadas de experiência na administração pública, com atuação em planejamento governamental, gestão fiscal, orçamento, finanças, modernização administrativa e operacionalização de emendas impositivas.

Quem já esteve em uma turma do Instituto AGP

O conteúdo volta com você para a prefeitura

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Indiscutível o conteúdo e capacidade dos profissionais palestrantes! Muitos insights que me ajudarão no meu trabalho na prefeitura.

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O evento foi extremamente proveitoso, oferecendo um aprendizado significativo com conteúdo relevante e aplicável à nossa realidade.

“

De longe esse foi o melhor curso que já participei até hoje, tanto pelos professores quanto pela equipe de apoio.

Depoimentos de participantes de cursos do Instituto AGP, publicados em institutoagp.com.br.

É para você se…

  • ✓Você está no planejamento, na fazenda ou nas finanças e recebe, analisa ou executa as emendas aprovadas na LOA.
  • ✓Você atua na controladoria ou no controle interno e acompanha a execução que o TCE-PE vai examinar.
  • ✓Você é da procuradoria ou da assessoria jurídica e se manifesta sobre impedimentos técnicos, OSCs e a regulamentação municipal.
  • ✓Você trabalha na Câmara Municipal e participa da elaboração, da análise ou do acompanhamento das indicações.
  • ✓Você está numa secretaria executora, como a de saúde, ou no setor de parcerias com organizações da sociedade civil.

Não é para você se…

  • —Você procura um curso geral de orçamento público: aqui são 11 horas dedicadas às emendas impositivas no município.
  • —Você prefere apenas ouvir: o segundo dia é inteiro de debate, perguntas e estudo de caso.
  • —Você quer um curso gravado para assistir depois: as aulas são presenciais, em Recife.

O que costumam perguntar antes da inscrição

Quanto custa e como recebo o valor?
O investimento e as condições, inclusive para inscrição de equipes do mesmo órgão, são enviados junto com a proposta. Preencha o formulário desta página e a nossa equipe retorna pelo WhatsApp com os valores, a ficha de inscrição e as orientações para o empenho.
O órgão paga por empenho. Vocês emitem a proposta em nome dele?
Sim. A proposta é emitida em nome do órgão, com as informações necessárias para instruir o processo de inscrição e o empenho. Se a sua unidade exigir algum documento específico, é só informar no atendimento.
Onde e em que horário acontecem as aulas?
Na Beach Class Convention (Rua Maria Carolina, 661 – Boa Viagem, Recife – PE). Na quinta-feira, 10 de dezembro de 2026, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 17h30, e na sexta-feira, 11 de dezembro, das 8h30 às 12h. São 11 horas-aula presenciais.
Meu município não é de Pernambuco. O curso serve para mim?
Os cinco primeiros módulos tratam do regime jurídico, do processo orçamentário, da execução, da governança e da rastreabilidade das emendas à luz da Constituição, da LRF e das Leis nº 4.320/1964, 14.133/2021 e 13.019/2014, e se aplicam a qualquer município com emendas impositivas. O Módulo VI é dedicado ao TCE-PE e aos municípios pernambucanos.
Servidores e assessores da Câmara Municipal podem participar?
Podem. O Módulo II trata do processo legislativo das emendas, do cálculo dos limites, da atuação das comissões e dos requisitos mínimos da indicação parlamentar. Quando a indicação sai completa da Câmara, a execução na prefeitura flui melhor.
O curso trata das emendas destinadas a organizações da sociedade civil?
Sim, em três momentos: a formalização, a execução e a prestação de contas no Módulo III, a transparência das transferências no Módulo V e os casos práticos do encontro do segundo dia.
Vale inscrever mais de uma pessoa do mesmo órgão?
Vale. A emenda impositiva passa pelo planejamento, pela secretaria executora, pelo jurídico, pelo controle interno e pela Câmara. Quando essas áreas saem do curso com o mesmo fluxo na cabeça, a emenda deixa de travar entre uma mesa e outra. Para equipes, enviamos uma proposta específica.
O curso emite certificado?
Sim. Ao final, você recebe o certificado de capacitação de 11 horas-aula.

As emendas de 2027 começam em janeiro. Chegue com o fluxo pronto.

10 e 11 de dezembro, na Beach Class Convention, em Recife. São 11 horas-aula com Taísa Steter, Rodrigo Brayner e Vera Sarmento.

  • ✓O regime jurídico, os limites e o papel de cada Poder na emenda impositiva.
  • ✓Como analisar a viabilidade e fundamentar um impedimento de ordem técnica.
  • ✓Execução direta e por OSCs, com prestação de contas e prova da entrega.
  • ✓Transparência e rastreabilidade de cada emenda, da autoria ao beneficiário final.
  • ✓O que o TCE-PE exige e os achados de auditoria que mais se repetem.
  • ✓Uma manhã de casos reais com o estudo de caso de Ipojuca e certificado de 11 horas-aula.
Inscrições abertas

Receber a proposta e a ficha de inscrição

A nossa equipe retorna pelo WhatsApp com o investimento, as condições para equipes e as orientações para o empenho.

Seus dados são usados apenas para este atendimento.

Ficha técnica e dados do curso
Curso
Emendas Parlamentares Impositivas no Âmbito Municipal: do Planejamento à Execução
Modalidade
Presencial
Data
Local
Beach Class Convention — Recife — PE, Brasil
Carga horária
11 horas
Professores
  • Taísa SteterAdvogada, Diretora de Racionalização, Governança e Orientação ao Gestor da Controladoria-Geral do Município do Ipojuca
  • Rodrigo BraynerAdministrador, Controlador-Geral do Município do Ipojuca
  • Vera SarmentoAdministradora, Secretária de Planejamento, Gestão e Contratações Públicas do Município do Ipojuca
Público-alvo
  • Secretarias de planejamento, fazenda e finanças municipais
  • Controladorias e unidades de controle interno
  • Procuradorias e assessorias jurídicas municipais
  • Servidores e assessores das Câmaras Municipais
  • Secretarias executoras e setores de parcerias com organizações da sociedade civil
O que você aprende
  • Aplicar o regime jurídico das emendas impositivas e calcular os limites de apresentação e execução
  • Regulamentar o fluxo municipal de recebimento, análise de viabilidade e execução das emendas
  • Identificar, fundamentar e sanear impedimentos de ordem técnica
  • Executar emendas diretamente ou por organizações da sociedade civil, com prestação de contas e comprovação da entrega
  • Garantir transparência e rastreabilidade das emendas conforme as diretrizes do STF e a regulamentação do TCE-PE
Certificação
Certificado de capacitação com validade curricular e institucional.
Inscrições
Abertas, mediante proposta enviada pelo formulário desta página.
Idioma
Português (Brasil)
Organização
Instituto AGP

Curso presencial de 11 horas-aula em Recife (PE), em 10 e 11 de dezembro de 2026, na Beach Class Convention, com Taísa Steter, Rodrigo Brayner e Vera Sarmento, gestores do Município do Ipojuca (PE), sobre emendas parlamentares impositivas no âmbito municipal: regime jurídico e limites de apresentação e execução, processo legislativo e ciclo LDO/LOA, regulamentação municipal, análise de viabilidade e impedimentos de ordem técnica, execução direta e por organizações da sociedade civil, governança e monitoramento, prestação de contas, transparência e rastreabilidade dos recursos, diretrizes do STF e fiscalização pelo TCE-PE, com encontro prático e estudo de caso do Município do Ipojuca.