45 Perguntas · 2 Dias · Respostas Fundamentadas

A Obra Não Para Para Você Tirar Dúvida.
O Tribunal, Depois, Não Tem Pressa Alguma.

Aditivo, medição, erro de projeto, dilação de prazo, reajuste, recebimento. Toda decisão que você toma sob pressão no canteiro vira, anos depois, uma linha em um relatório de auditoria. Nestes 2 dias, o Prof. André Kuhn responde — uma a uma, com fundamento legal e boa prática de gestão — as 45 perguntas que quem vive obra pública faz todos os dias e quase nunca vê respondidas.

📅 7 e 8 de outubro📍 Foz do Iguaçu - PR❓ Perguntas e Respostas🏢 Presencial
Quero Minhas Dúvidas Respondidas🎟️ Turma presencial única em Foz do Iguaçu. Vagas limitadas.
Banner do curso Contratações de Obras e Serviços de Engenharia: perguntas e dúvidas frequentes de quem vivencia a licitação e contratação de obras públicas, com o Prof. André Kuhn, em Foz do Iguaçu, nos dias 7 e 8 de outubro

Ficha técnica do curso

Curso
Contratações de Obras e Serviços de Engenharia
Modalidade
Presencial
Data
Local
Foz do IguaçuPR, Brasil
Professor(a)
  • André KuhnEspecialista em obras públicas e serviços de engenharia
Público-alvo
  • Engenheiros, arquitetos e fiscais de obra
  • Gestores de contrato e equipes de planejamento
  • Assessoria jurídica e controle interno
  • Empresas contratadas e projetistas
O que você aprende
  • Realizar medições sem incorrer em superfaturamento
  • Formalizar termos aditivos dentro dos limites legais
  • Responder a pleitos da contratada com fundamentação técnica
  • Definir habilitação técnica que não gere impugnação
  • Conduzir o recebimento provisório e definitivo da obra
Certificação
Certificado de capacitação com validade curricular e institucional.
Inscrições
Abertas, mediante proposta enviada pelo formulário desta página.
Idioma
Português (Brasil)
Organização
Instituto AGP

Resumo: Curso presencial em Foz do Iguaçu (PR), em 7 e 8 de outubro de 2026, com o Prof. André Kuhn, estruturado em 45 perguntas frequentes sobre licitação e contratação de obras públicas e serviços de engenharia: termo aditivo dentro dos limites legais, medição sem superfaturamento, erro de projeto, resposta fundamentada a pleitos da contratada, habilitação técnica e recebimento da obra.

Obra Pública É o Contrato Que Menos Perdoa

O Problema Nunca Foi Falta de Lei.
É Falta de Resposta.

A Lei 14.133 diz que o contrato pode ser alterado. Não diz se aquele erro de quantitativo, na sua empreitada por preço global, dá ou não direito a aditivo. O acórdão responde um caso — que nunca é exatamente o seu. E, no fim da tarde, a decisão continua sendo sua, com o seu nome embaixo.

⚖️

O Pleito Chega Pronto — e Muito Bem Feito

Do outro lado da mesa há engenheiro, advogado e planejador dedicados em tempo integral a montar aquele pedido de reequilíbrio, aditivo ou dilação de prazo. Do seu lado há você, mais uma dezena de contratos e um prazo legal correndo para responder. A assimetria não é de competência — é de estrutura. E ela se compensa com método.

A Dúvida Engolida Vira Achado

Você aprova a medição porque a obra não pode parar. Aceita a dilação porque choveu mesmo. Assina o aditivo porque o projeto já veio errado de fábrica. Cada decisão é razoável no dia em que é tomada. Juntas, elas formam exatamente o processo que a auditoria vai abrir três anos depois — quando ninguém mais lembra do contexto.

🤐

Ninguém Pergunta o Óbvio em Voz Alta

Erro de projeto e imprecisão de projeto são a mesma coisa? A administração local mede-se como? O desconto global pode ser imposto ou tem de ser negociado? São perguntas elementares — e é justamente por parecerem elementares que quase ninguém as faz. Este curso inteiro foi construído para respondê-las sem rodeio.

Você Não Sai com Mais uma Apostila de Legislação.
Sai Sabendo o Que Responder na Segunda-Feira.

O curso não percorre a lei do artigo 1º ao 194. Ele parte da dúvida real — a que trava o processo na sua mesa — e a responde com fundamento legal, jurisprudência e boa prática de gestão. Do jeito que você precisa para escrever o despacho.

📐

Critério para aprovar (ou recusar) um projeto

Como analisar o projeto contratado e quais cuidados tomar para não ser responsabilizado por um erro que não foi você quem cometeu.

📏

Medição que não vira superfaturamento

Medir conforme o regime de execução, proporcionalizar a administração local e pagar reajustamento sem gerar pagamento indevido.

Aditivo dentro do limite — e da lei

Controle de acréscimos e supressões, manutenção do desconto global e alterações antes e depois da data-base, sem estourar o teto legal.

🧾

Resposta fundamentada a pleitos

Como separar, em um pedido de reequilíbrio ou de dilação de prazo, o que é direito da contratada do que é apenas oportunidade.

🛡️

Habilitação técnica que não vira impugnação

O que pode ser exigido, o que é restritivo demais, como tratar atestados e consórcios e onde termina o limite da subcontratação.

Recebimento sem armadilha

Provisório x definitivo, inexecução x pendência de recebimento — e o preço de classificar isso errado na hora de encerrar a obra.

Em obra pública, o improviso quase nunca é imprudência. Quase sempre é só uma pergunta que ninguém nunca respondeu.

As 45 Perguntas do Programa

Este não é um resumo do conteúdo — é o conteúdo. Cada pergunta abaixo será respondida em sala, com a justificativa técnica e legal por trás da resposta. Leia com atenção: você provavelmente já fez pelo menos metade delas a si mesmo.

MÓDULO I · ANTES DA PRIMEIRA PÁ DE TERRA

Planejamento das Contratações e Licitação

Obra problemática raramente nasce na execução: nasce no ETP genérico, no projeto básico incompleto, no edital restritivo e na proposta que ninguém analisou direito. 20 perguntas sobre a fase em que ainda dá para consertar barato.

  • É necessário estudo técnico preliminar (ETP) para a contratação de serviços comuns de engenharia?
  • Qual o nível de detalhamento do orçamento da obra na fase de ETP?
  • Quais justificativas são aceitáveis para a adoção das contratações integrada e semi-integrada?
  • Qual a diferença entre ETP e projeto básico? Solução x detalhamento da solução.
  • Quais são as possíveis contratações correlatas e interdependentes na elaboração do ETP para obras e serviços de engenharia?
  • Quais são as providências a serem tomadas pela Administração antes da contratação de obras?
  • Qual a diferença entre projeto básico e anteprojeto?
  • Qual o nível de detalhamento do projeto básico?
  • Quando prever e como elaborar uma matriz de riscos?
  • Qual a diferença entre matriz e mapa de riscos?
  • Além da documentação técnica, quais informações devem constar no projeto básico?
  • É permitido restringir a participação de consórcios?
  • Como definir as condições de habilitação técnica? O que pode ser exigido e o que é demasiadamente restritivo?
  • Quando e como aceitar atestados de potencial subcontratada?
  • Qual o impacto do limite de subcontratação em obras? O profissional PJ na empresa é considerado subcontratação ou apenas um vínculo de trabalho?
  • O que pode ser considerado na estruturação da pontuação técnica nas licitações de melhor técnica e de técnica e preço?
  • É adequado utilizar menor preço ou maior desconto? Quais os impactos dessa decisão na elaboração das propostas?
  • Como devem ser analisadas as propostas dos licitantes? Como se comprova que os preços são inexequíveis?
  • O que caracteriza sobrepreço na fase de licitação? E como sanar esse vício?
  • Como deve ser analisada a habilitação da proposta vencedora? Novos documentos podem ser aceitos para sanar vícios?
MÓDULO II · DEPOIS QUE A MÁQUINA ENTRA NO CANTEIRO

Fiscalização de Contratos

Aqui mora a maior parte da responsabilização em obra pública — e a maior parte das dúvidas. 25 perguntas sobre medição, aditivo, erro de projeto, pleitos, penalidades e recebimento, respondidas por quem já decidiu isso na prática, em obras de escala federal.

  • Qual a diferença entre fiscalização técnica e gestão contratual? Quais as responsabilidades e atribuições de cada um?
  • Como deve ser analisado um projeto contratado e quais os cuidados para não ser responsabilizado por erro de projeto?
  • Na contratação integrada e semi-integrada, quais os cuidados na aprovação de mudança de concepção de projeto?
  • O cronograma contratual pode ser ajustado no início da obra? Quais cuidados tomar para evitar irregularidades?
  • O que pode ser mudado no projeto sem transfigurar o objeto?
  • Quais os cuidados no controle de acréscimos e supressões contratuais para não extrapolar os limites definidos em lei?
  • Posso impor acréscimos e supressões contratuais dentro dos limites legais?
  • Quanto à manutenção do desconto global: pode ser imposta ou deve ser negociada com o contratado?
  • Como deve ser realizada a medição dos serviços conforme o regime de execução adotado?
  • Como realizar a medição da administração local de forma proporcional aos serviços executados? E como proceder nos acréscimos de serviços e nas dilações de prazo?
  • O pagamento do reajustamento deve ser automático ou a pedido da contratada? Como medir e pagar reajustamentos evitando superfaturamentos? Como verificar o limite de acréscimos quando ocorrem alterações antes e após a data-base?
  • Substituição de insumos por equivalência técnica: quando é necessário aditivo contratual e quando não é?
  • Qual a diferença entre erro e imprecisão de projeto? Quais as consequências de alterar o contrato em razão de erro de projeto? Quem é o responsável e como quantificar o dano causado? A multa cobre o dano?
  • Qual a diferença entre erro de quantificação e critério de quantificação? Em quais situações a contratada terá ou não direito à alteração contratual?
  • Como proceder à alteração contratual referente a erros de quantidades no orçamento em empreitada por preço global?
  • Como devem ser analisados os pleitos contratuais? Quais as consequências para o agente público que permite alterações indevidas? Qual o prazo de análise previsto em lei?
  • No caso de reequilíbrio econômico-financeiro em sentido estrito, quais os cuidados na análise? Quando ela deve ser global, e não pontual?
  • Quais os cuidados na análise de pleitos de dilação de prazos? Como separar o que a contratada tem de direito dos impactos financeiros da aceitação da dilação?
  • Como as penalidades devem ser aplicadas para gerar ação corretiva nos contratos e evitar a responsabilização dos gestores?
  • Qual a finalidade das fichas de composição dos serviços durante a execução das obras? Podem ser utilizadas para melhor definição dos serviços? A ausência de insumos nas fichas justifica acréscimo de valor contratual?
  • O fiscal deve acompanhar a disponibilidade orçamentária das obras contratadas? Quais os cuidados quando há cortes e remanejamentos orçamentários? O que pode ser imposto ou não à contratada?
  • Como analisar o interesse público nas possíveis nulidades contratuais? Contratos irregulares podem ser mantidos?
  • No pleito de dilação de prazos, como proceder para analisar o ajuste de cronograma? Toda alteração de escopo garante ao contratado dilação de prazo?
  • Nos contratos com matriz de riscos, quais os cuidados na análise de pleitos? A matriz poderá ser alterada durante a execução do contrato?
  • Como deve ser realizado o recebimento de obras? Qual a diferença entre recebimento provisório e definitivo? O que é inexecução e o que é pendência de recebimento? Qual o impacto de uma classificação equivocada?
🎯 O objetivo do curso

De forma prática, apresentar respostas aos principais questionamentos relacionados ao planejamento, à licitação e à contratação de obras e serviços de engenharia. As dúvidas são colocadas em forma de pergunta direta, e cada resposta vem justificada conforme as boas práticas de gestão e alinhada aos preceitos legais. Sem teoria decorativa — e sem “depende” solto no ar.

Feito Para Quem Assina — e Para Quem Vai Ser Perguntado Depois

Se o seu nome aparece em algum ponto do ciclo de uma obra pública, alguma dessas 45 perguntas já foi sua.

👷

Engenheiros, arquitetos e fiscais de obra

Quem vai ao canteiro, mede, aprova, glosa — e responde pessoalmente por cada boletim que assinou.

📋

Gestores de contrato e equipes de planejamento

Quem elabora ETP, projeto básico, orçamento e matriz de riscos, e depois convive por anos com o que escreveu.

🧑‍⚖️

Assessoria jurídica e controle interno

Quem recebe o pleito da contratada para analisar e precisa entender a engenharia por trás do pedido antes de opinar.

🏗️

Empresas contratadas e projetistas

Quem constrói para o poder público e precisa saber o que pode legitimamente pleitear — e como fundamentar para ser aceito.

Um recado honesto: este curso não entrega fórmula pronta para carimbar aditivo, nem justificativa de gaveta para negar todo pleito. Entrega critério — o que, em obra pública, é a única coisa que se sustenta diante do controle.

O Especialista

Poucos profissionais no Brasil viram a obra pública de tantos ângulos — e de todos os lados da mesa.

Prof. André Kuhn, engenheiro civil formado pelo IME, ex-Diretor Executivo do DNIT e especialista em licitação e contratação de obras públicas

Prof. André Kuhn

Ex-Diretor Executivo do DNIT · Ex-Diretor-Presidente da Valec · Ex-Secretário de Engenharia do MPF

Engenheiro de Fortificação e Construção pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e mestre em Engenharia Civil pela UFF, é um dos poucos profissionais do país certificados por Notório Saber em Engenharia de Custos pelo International Cost Engineering Council (ICEC). Autor do livro Qualidade e Licitação de Obras Públicas: uma Análise Crítica (Editora Appris) e professor nas pós-graduações em Engenharia de Custos, Gestão em Construção Civil e Gerenciamento de Projetos do IBEC, além do MBA em Gestão Executiva do Ibmec.

No DNIT, foi Coordenador-Geral de Desenvolvimento e Projetos, presidiu a Comissão Especial de Licitações das obras do CREMA-II pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC) e chegou a Diretor Executivo da autarquia. Foi Secretário de Engenharia e Arquitetura do Ministério Público Federal (2014–2019), Presidente do Conselho de Administração e depois Diretor-Presidente da Valec (2019–2022), e coordenou o Comitê de Estatais da Rede Governança Brasil.

Ele licitou, contratou e fiscalizou obras federais de grande porte — e também analisou, do lado do Ministério Público Federal, as obras que deram errado. É por isso que ele responde as 45 perguntas sem se esconder atrás de um “depende”.

A inércia não é mais uma opção.
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Incluso no Investimento Institucional:

  • Acesso integral aos 2 dias de curso presencial em Foz do Iguaçu.
  • As 45 perguntas do programa respondidas com fundamento legal e boa prática de gestão.
  • Material didático digital exclusivo para consulta no seu órgão.
  • Coffee breaks premium IAGP ao longo das pausas didáticas.
  • Certificado de Capacitação com validade curricular e institucional.

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